VANTAGENS DO SISTEMA

A vantagem deste sistema é evidente.
O candidato eleito pelo distrito conheceria de perto as necessidades locais e as reivindicações dos eleitores. Assim, poderia defendê-las com mais propriedade na Câmara Municipal.
Os candidatos manteriam escritórios 'políticos' no distrito pelo qual foram eleitos e que representam, onde ouviriam seus munícipes, prestariam contas de sua gestão discutiriam novos projetos estando assim sujeitos ao controle de seus eleitores, independente do partido político ao qual pertençam.
A fiscalização de sua atividade seria bastante próxima e efetiva. Seria, pois, o que a Constituição determina: “legítimo representante do povo”.
O voto distrital misto é o item mais importante para uma real reforma política no Brasil, mas raramente é mencionado pelos próprios políticos os quais, segundo parece, não têm interesse pessoal em sua adoção.
A própria mídia, quando relaciona os itens pretendidos para a reforma, menciona cláusula de desempenho, votação em lista fechada, federações partidária, coligações nas eleições proporcionais, fidelidade partidária, financiamento público, etc., conforme os projetos de reforma em curso no Congresso. Mas nada a respeito da adoção do voto distrital misto
Ao que tudo indica, querem a permanência do sistema atual, do voto proporcional, pois, este facilita o quadro atual que vivemos aonde o poder aquisitivo do candidato torna sua campanha viável e o fato de ser eleito com votos advindos de vários bairros, regiões ou municípios o deixa imune a cobranças de seu eleitorado.
É oportuno saber-se o que dizem políticos, comentaristas e juristas.
Conceituados articulistas explicam que se trata da sobrevivência dos próprios políticos. "O Congresso, no entanto, costuma cuidar apenas da sobrevivência de quem já o integra"; e "Os nossos deputados elegeram-se pelo voto proporcional; construíram suas respectivas máquinas eleitorais com base nesse sistema. Se o sistema mudar eles correm o risco de não se reelegerem" porque esse parlamento vai legislar em causa própria, mudar as leis eleitorais, votar um novo sistema que irá permitir que eles se perpetuem no poder ”Na verdade, sob o disfarce da reforma política, o que tais parlamentares pretendem implementar são propostas que visam aumentar ainda mais as brechas existentes no sistema político para práticas corruptoras e fisiológicas, reduzindo a “reforma” a medidas eleitorais de ocasião"
Hoje entende-se que uma reforma política é indispensável, para sanar as vexatórias irregularidades que convivemos no dia a dia e que são trazidas ao conhecimento do povo, objeto de apuração pelas Comissões Parlamentares de Inquérito, onde os próprios investigados ficam dispensados de dizer a verdade.
O que os políticos de nosso país não esperavam é o que acabamos de criar, ou seja, “O voto Distrital” organizado pelo próprio povo.

“Não existe país ruim para povo culturalmente politizado”


 

Plebiscito

Simpósio de Cidadania

Participação Legislativa

Elo Social Brasil

Empreendorismo
 
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